A EXTENSÃO RURAL AGROECOLÓGICA

DESDE UMA ABORDAGEM DA SOCIOLOGIA AMBIENTAL

Analisar a temática da extensão rural agroecológica e como esta se insere na perspectiva das

abordagens realista e/ou construtivista que tratam da relação sociedade e natureza é o objetivo

deste trabalho. Na elaboração de um programa de desenvolvimento rural

Depara-se com a missão institucional, os objetivos estratégicos e

as estratégias de ação, que orientam a administração institucional. Isso nos instiga a levantar

questões sobre como um novo modelo de extensão rural é socialmente construído. O discurso

e a prática de uma nova extensão rural, ancorada nos princípios agroecológicos e visando a

um desenvolvimento rural sustentável, apresentam, portanto, um cenário que envolve

pressupostos sobre as relações entre sociedade e natureza, entre “leigos” e “peritos”, que

merece ser estudado pela abordagem da sociologia ambiental. O trabalho está organizado de

maneira a apresentar inicialmente os referenciais teórico-conceituais da sociologia ambiental

sobre o construtivismo e o realismo, abordados por alguns autores, como Guivant, Hannigan,

Buttel, e o conceito de risco, discutido por Beck. Os pressupostos da extensão rural

agroecológica são apresentados e discutidos, correlacionando-os com estes referenciais

teóricos, buscando explicar se ela foi construída socialmente e de que forma. Nas conclusões

procuramos responder se a construção social foi bem sucedida.

sábado, 3 de abril de 2010

CULTIVO DE AZALEIAS

CLIMA
É ideal para as regiões temperadas do Brasil, com temperaturas mais baixas durante o inverno.
SOLO IDEAL
Por ser um arbusto rústico, a azaléia adapta-se bem a qualquer tipo de solo, porém, para produza uma florada exuberante, o ideal é cultivá-la usando a seguinte mistura de solo:
2 partes de terra comum de jardim,1 parte de areia e 1 parte de composto orgânico.
LUMINOSIDADE
As azaléias não florescem dentro de casa e precisam de luz solar plena para crescerem bem. Para mantê-las em áreas internas, deixe as plantas fora de casa até que as flores se abram, aí então podem ser levadas para dentro, mas é preciso que fiquem em um local bem claro, próximo à janela. O cultivo pode ser feito à meia-sombra desde que a planta receba luz solar direta pelo menos 4 horas por dia.
REGAS
Evite o excesso de água nas regas: o ideal é fornecer água à planta apenas quando o solo apresentar-se seco, sem encharcar.
ADUBAÇÃO
Adube uma vez por mês com a seguinte mistura: 1 parte de farinha de ossos e 1 parte de torta de mamona. Se for utilizar fertilizante químico, dê preferência para aqueles ricos em fósforo (o P da fórmula NPK).

PODAS
A poda é uma boa medida para estimular o surgimento de novos brotos e garantir uma próxima florada bem exuberante. Assim que terminar a floração das azaléias, retire os galhos em excesso e corte as pontas dos outros galhos, até chegar ao formato e tamanho que você quiser. Para aumentar a próxima floração, elimine as pontas de todos os galhos que floresceram este ano.




CULTIVO DE ORCHIDEAS

Orquídeas
Passo a passo para Replantio e Cultivo.
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Aprenda neste site como plantar e cuidar de Orquídeas
Passo 1:
O ideal de muda para replantio, é que tenha pelo menos 4 pseudobulbos,pois assim sendo, é possivel com um ano a primeira flor surgir.

Para cortar o rizoma utilize uma ferramenta esterizada no fogo.
Passo2:
Detalhe do corte do rizoma, deixando os 4 pseudobulbos e o broto.
Passo3:
Eliminando as raizes mortas.
Passo4:
Remova as bainhas e espatas secas
Passo5:
Limpando as partes maiores da planta como uma esponja macia.
Passo6:
Com sabão neutro e uma escova de dentes, lavamos as partes mais sensiveis, como raizes etc. usando água corrente.

Passo7:
Na escolha do vaso, dê preferência aos de cerâmica, que devem ter vários furos para drenagem, mas também podemos usar vasos de plástico.
Passo8:
O tamanho do vaso é muito importante. O ideal é que a parte trazeira da planta fique encostada na borda interna do vaso e sobre uns 5 cm na frente
Passo9:
Podemos utilizar vasos usados, desde que seja bem limpos com água sanitária e escova.
Nunca esquecer de retirar todos residos com agua corrente.
Passo10:
Preenchemos 1/3 do vaso com cacos de cerâmica, para facilitar a drenagem
Passo11:
O xaxim desfilbrado é um excelente substrato.
Passo12:
Após lavado o xaxim, colocamos no vaso uma camada de aproximadamente 2 cm.
Passo13:
Colocamos um pequeno tuxo de xaxim debaixo da raizes.
Passo14:
Completamos o vaso com xaxim até 1 cm abaixo da borda do vaso.

Para fixar melhor a planta ao vaso, podemos amarra-la levemente com fio de telefone etc., não esqueça de colocar plaqueta de identificação.
Continue: Adubação e cobertura

ORCHIDEAS FOTOS





PRAGAS E DOENÇAS

DOENÇAS E PRAGAS
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Em geral, as medidas preventivas são sempre mais baratas do que as curativas. Assim, as primeiras providências são:

Manter telados e estufas completamente limpos, tanto em relação ao meio ambiente, quanto às plantas;
Evite ter nesses locais outras plantas ornamentais de pequeno ou médio porte, árvores ou arbustos. Eles são hospedeiros e futuros vetores para a transmissão de doenças e pragas;
Também é aconselhável a limpeza em volta dos telados. Orifícios, desníveis no solo, acúmulo de lixo, buracos na parede, pilhas de vasos velhos, xaxim usado, todas essas coisas servem de abrigo para insetos e como depósitos de esporos de fungos;
Para limpar pode-se usar: rastelos, que retiram o resto da matéria orgânica em geral, e as vassouras, que completa o trabalho (que deverá ser semanal ou, na medida do bom-senso, toda vez que for necessário);
As bancadas devem ser limpas com escovas, água e sabão, fazendo-se inicialmente uma lavagem geral. A seguir, pinte-as (usando um pincel comum), com pasta fungicida de sua preferência. Se quiser, anote esta receita: 1 quilo de fungicida, 1 quilo de cal virgem queimado, meio quilo de inseticida em pó molhável a 50% para 10 litros de água. Outro bem produto é o hipoclorito de cálcio, numa solução aquosa a 10%. Outros produtos à base de cloro, encontrados facilmente no mercado, podem ser utilizados para a desinfecção das bancadas;

Tomados esses cuidados iniciais com relação à prevenção contra fungos e insetos. Devemos dar atenção às plantas, pulverize-as, menos no inverno, num intervalo de 60 a 90 dias com inseticidas e fungicidas. Muito cuidado com esses produtos.

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PRAGAS
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“Percevejo das orquídeas” - Thentecoris bicolor Scott
Considerado o “inimigo n° 1” das orquídeas, tal o estrago que causa às plantas. Além da anemia causada pela sucção da seiva, suas picadas podem transmitir vírus.

Ele ataca principalmente folhas mais novas das Cattleyas, Epidendruns, Laelias e Sophronitis, quando aparecem pequenas manchas arredondadas, de cor amarela, que contrasta com a cor verde das partes não tingidas.

Eles andam em bandos, atacando à noite. Durante o dia, podemos notá-los quando, a qualquer movimento, fogem para a parte inferior das plantas.

COMBATE: com um bom inseticida podemos erradicá-los com sucesso.

Pulgões

Insetos ápteros e alados.

Os pulgões são pequenos insetos alados, que têm extraordinária capacidade de reprodução e sugam a seiva das plantas.

Podem ser de colorido verde, amarelo, pardo ou negro.

Sua infestação pode proporcionar danos e deformações nos brotos e folhas.

Geralmente são levados para as plantas pelas formigas.

COMBATE: Inseticidas líquidos ou em pó combate-os com eficácia.

Cochonilhas - Colônia de pequenos insetos de cor branca ou parda

Entre as cochonilhas são assinaladas dezenas de espécie – todas sugadoras que causam enormes estragos às plantas.

COMBATE: Pequenos ataques podem ser erradicados com a larva da planta, principalmente na parte atacada, com água corrente e sabão neutro, usando-se uma escova dental macia. Quando o ataque for maior, devemos usar inseticida misturado a óleo miscível.

“Vespinha Negra” - Eurytoma orchidearum (West.)

Ataca os brotos e pseudobulbos novos, provocando deformações nas bases e morte das partes atacadas.

Esses brotos apresentam deformações (inchaços), no interior dos quais evoluem as larvas da Vespinha Negra.

COMBATE: Inseticida sistêmico que penetra na seiva da planta. Podemos também combatê-las colocando uma bacia com água e óleo no meio das plantas atacadas e ascendendo uma lâmpada sobre essa bacia. Durante a noite as vespinhas voam e caem dentro da água.

Lesmas e Caracóis

Nossas orquídeas e plantas são atacadas por esses moluscos, principalmente nos botões florais e na ponta das raízes, causando-lhes enormes prejuízos.

COMBATE: Usar mata-lesmas sempre em ambiente secos. Usando-se iscas noturnas de fatias de mandioca ou chuchu, folhas de alface, farelinho misturado com arseniato.

DOENÇAS

Fungos

Diversos gêneros, sendo o mais freqüente o Gloesporium.

As doenças de fungos apresentam certas características comuns. Inicialmente, forma-se manchas circulares compostas por vários anéis avermelhados. A seguir, aparecem manchas acastanhadas com pequenos corpúsculos pretos contendo esporos de disseminação.

COMBATE: Com um bom fungicida e, nos casos mais graves, com fungicida sistêmico.

“Hemileia” - Ferrugem

Causa grandes estragos nas folhas dos Oncidiuns e das Miltônias. Produz manchas oleosas e amareladas cobertas por um verdadeiro feltro amarelo, lembrando a ferrugem.

COMBATE: Aplicar um bom fungicida ou calda bordaleza.


“Podridão Negra”

Ataca principalmente plantas dos gêneros Cattleya, Laelia e seus híbridos. Aparece no inverno e em épocas úmidas.

Seu ataque começa pelo rizoma, passando depois para os pseudobulbos e folhas com incrível rapidez. Transforma essas partes da planta numa massa pardacenta e de odor desagradável.

COMBATE: Isolar a planta totalmente. Pulverizar o local onde se encontrava a planta e todo o recinto. Cortar com uma tesoura flambada a parte atacada. Queimar a parte atacada, bem como todo o substrato e o vaso onde estava a planta. Parar totalmente as regas. Fazer a imersão da planta numa solução de hipoclorito de cálcio e um fungicida sistêmico por uma hora. Pendurar a planta num varal, à sombra, para que seque totalmente. Observe se o mal foi totalmente debelado.

Podemos usar também, sobre a planta já limpa, uma camada de canela em pó. Repetindo a dose sobre a planta e substrato alguns dias após o seu replante.


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SPRAY DOMÉSTICO A BASE DE ÁGUA - ÓLEO DE NIM
Para combater pulgões e cochonilhas, pode –se também usar spray doméstico, tipo mata mosca, baratas, etc, feito à base de água e não querosene. Uma outro boa opção é de usar o óleo da semente de Nim que atua como inseticida e fungicida.