Gleudecy B.C.C.Rodrigues UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA ESCOLA AGRICOLA ASSIS CHATEAUBRIAND CAMPUS II
A EXTENSÃO RURAL AGROECOLÓGICA
DESDE UMA ABORDAGEM DA SOCIOLOGIA AMBIENTAL
Analisar a temática da extensão rural agroecológica e como esta se insere na perspectiva das
abordagens realista e/ou construtivista que tratam da relação sociedade e natureza é o objetivo
deste trabalho. Na elaboração de um programa de desenvolvimento rural
Depara-se com a missão institucional, os objetivos estratégicos e
as estratégias de ação, que orientam a administração institucional. Isso nos instiga a levantar
questões sobre como um novo modelo de extensão rural é socialmente construído. O discurso
e a prática de uma nova extensão rural, ancorada nos princípios agroecológicos e visando a
um desenvolvimento rural sustentável, apresentam, portanto, um cenário que envolve
pressupostos sobre as relações entre sociedade e natureza, entre “leigos” e “peritos”, que
merece ser estudado pela abordagem da sociologia ambiental. O trabalho está organizado de
maneira a apresentar inicialmente os referenciais teórico-conceituais da sociologia ambiental
sobre o construtivismo e o realismo, abordados por alguns autores, como Guivant, Hannigan,
Buttel, e o conceito de risco, discutido por Beck. Os pressupostos da extensão rural
agroecológica são apresentados e discutidos, correlacionando-os com estes referenciais
teóricos, buscando explicar se ela foi construída socialmente e de que forma. Nas conclusões
procuramos responder se a construção social foi bem sucedida.
sábado, 3 de abril de 2010
PRAGAS E DOENÇAS
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Em geral, as medidas preventivas são sempre mais baratas do que as curativas. Assim, as primeiras providências são:
Manter telados e estufas completamente limpos, tanto em relação ao meio ambiente, quanto às plantas;
Evite ter nesses locais outras plantas ornamentais de pequeno ou médio porte, árvores ou arbustos. Eles são hospedeiros e futuros vetores para a transmissão de doenças e pragas;
Também é aconselhável a limpeza em volta dos telados. Orifícios, desníveis no solo, acúmulo de lixo, buracos na parede, pilhas de vasos velhos, xaxim usado, todas essas coisas servem de abrigo para insetos e como depósitos de esporos de fungos;
Para limpar pode-se usar: rastelos, que retiram o resto da matéria orgânica em geral, e as vassouras, que completa o trabalho (que deverá ser semanal ou, na medida do bom-senso, toda vez que for necessário);
As bancadas devem ser limpas com escovas, água e sabão, fazendo-se inicialmente uma lavagem geral. A seguir, pinte-as (usando um pincel comum), com pasta fungicida de sua preferência. Se quiser, anote esta receita: 1 quilo de fungicida, 1 quilo de cal virgem queimado, meio quilo de inseticida em pó molhável a 50% para 10 litros de água. Outro bem produto é o hipoclorito de cálcio, numa solução aquosa a 10%. Outros produtos à base de cloro, encontrados facilmente no mercado, podem ser utilizados para a desinfecção das bancadas;
Tomados esses cuidados iniciais com relação à prevenção contra fungos e insetos. Devemos dar atenção às plantas, pulverize-as, menos no inverno, num intervalo de 60 a 90 dias com inseticidas e fungicidas. Muito cuidado com esses produtos.
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PRAGAS
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“Percevejo das orquídeas” - Thentecoris bicolor Scott
Considerado o “inimigo n° 1” das orquídeas, tal o estrago que causa às plantas. Além da anemia causada pela sucção da seiva, suas picadas podem transmitir vírus.
Ele ataca principalmente folhas mais novas das Cattleyas, Epidendruns, Laelias e Sophronitis, quando aparecem pequenas manchas arredondadas, de cor amarela, que contrasta com a cor verde das partes não tingidas.
Eles andam em bandos, atacando à noite. Durante o dia, podemos notá-los quando, a qualquer movimento, fogem para a parte inferior das plantas.
COMBATE: com um bom inseticida podemos erradicá-los com sucesso.
Pulgões
Insetos ápteros e alados.
Os pulgões são pequenos insetos alados, que têm extraordinária capacidade de reprodução e sugam a seiva das plantas.
Podem ser de colorido verde, amarelo, pardo ou negro.
Sua infestação pode proporcionar danos e deformações nos brotos e folhas.
Geralmente são levados para as plantas pelas formigas.
COMBATE: Inseticidas líquidos ou em pó combate-os com eficácia.
Cochonilhas - Colônia de pequenos insetos de cor branca ou parda
Entre as cochonilhas são assinaladas dezenas de espécie – todas sugadoras que causam enormes estragos às plantas.
COMBATE: Pequenos ataques podem ser erradicados com a larva da planta, principalmente na parte atacada, com água corrente e sabão neutro, usando-se uma escova dental macia. Quando o ataque for maior, devemos usar inseticida misturado a óleo miscível.
“Vespinha Negra” - Eurytoma orchidearum (West.)
Ataca os brotos e pseudobulbos novos, provocando deformações nas bases e morte das partes atacadas.
Esses brotos apresentam deformações (inchaços), no interior dos quais evoluem as larvas da Vespinha Negra.
COMBATE: Inseticida sistêmico que penetra na seiva da planta. Podemos também combatê-las colocando uma bacia com água e óleo no meio das plantas atacadas e ascendendo uma lâmpada sobre essa bacia. Durante a noite as vespinhas voam e caem dentro da água.
Lesmas e Caracóis
Nossas orquídeas e plantas são atacadas por esses moluscos, principalmente nos botões florais e na ponta das raízes, causando-lhes enormes prejuízos.
COMBATE: Usar mata-lesmas sempre em ambiente secos. Usando-se iscas noturnas de fatias de mandioca ou chuchu, folhas de alface, farelinho misturado com arseniato.
DOENÇAS
Fungos
Diversos gêneros, sendo o mais freqüente o Gloesporium.
As doenças de fungos apresentam certas características comuns. Inicialmente, forma-se manchas circulares compostas por vários anéis avermelhados. A seguir, aparecem manchas acastanhadas com pequenos corpúsculos pretos contendo esporos de disseminação.
COMBATE: Com um bom fungicida e, nos casos mais graves, com fungicida sistêmico.
“Hemileia” - Ferrugem
Causa grandes estragos nas folhas dos Oncidiuns e das Miltônias. Produz manchas oleosas e amareladas cobertas por um verdadeiro feltro amarelo, lembrando a ferrugem.
COMBATE: Aplicar um bom fungicida ou calda bordaleza.
“Podridão Negra”
Ataca principalmente plantas dos gêneros Cattleya, Laelia e seus híbridos. Aparece no inverno e em épocas úmidas.
Seu ataque começa pelo rizoma, passando depois para os pseudobulbos e folhas com incrível rapidez. Transforma essas partes da planta numa massa pardacenta e de odor desagradável.
COMBATE: Isolar a planta totalmente. Pulverizar o local onde se encontrava a planta e todo o recinto. Cortar com uma tesoura flambada a parte atacada. Queimar a parte atacada, bem como todo o substrato e o vaso onde estava a planta. Parar totalmente as regas. Fazer a imersão da planta numa solução de hipoclorito de cálcio e um fungicida sistêmico por uma hora. Pendurar a planta num varal, à sombra, para que seque totalmente. Observe se o mal foi totalmente debelado.
Podemos usar também, sobre a planta já limpa, uma camada de canela em pó. Repetindo a dose sobre a planta e substrato alguns dias após o seu replante.
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SPRAY DOMÉSTICO A BASE DE ÁGUA - ÓLEO DE NIM
Para combater pulgões e cochonilhas, pode –se também usar spray doméstico, tipo mata mosca, baratas, etc, feito à base de água e não querosene. Uma outro boa opção é de usar o óleo da semente de Nim que atua como inseticida e fungicida.
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